16/03/2010

Nova seção no e-BocaLivre: Vigilância


Se você for comer na lanchonete América, desista de pedir um hot dog. O dog metafórico vem coberto por um molho indescritível: molho branco misturado com mussarela. Digo “misturado” por falta de palavra adequada, na verdade não se misturam. Formam uma gororoba só; incomível.

4 comentários:

Eduardo Tristão Girão disse...

Dória,

a questão de hábito é mesmo curiosa. Molhos que não sejam o de tomate praticamente inexistem aqui em BH quando o assunto é cachorro-quente. Na rua ou na casa dos outros. Outro dia foi inaugurada por aqui uma filial do paulistano Black Dog, que está tentando inaugurar a era do purê de batata por aqui. Não sei se vai conseguir... Antes não havia opção de cachorro-quente com molho de tomate lá. Agora lançaram um batizado de "mineiro". Advinha que molho usaram nele?

Abraços.

Carlos Dória disse...

Conte-nos, Girão, de que lambusam o hot dog mineiro.

Eduardo Tristão Girão disse...

Dória,

o "lambuzar" é com os habituais catchup, maionese e mostarda. Molho rosê ocasionalmente. O que impressiona é a variedade de "pertences": ervilha, beterraba (!), cenoura, passas, milho, azeitona e por aí vai. Não raro são dispostos em bufês. Batata palha vira "guarnição clássica" perto disso.

Abraços.

Breno Raigorodsky disse...

Aproveito o espaço do amigo para anunciar que finalmente justiça se fará com o hotdog francês em terras paulistanas. Atendendo a milhares de apelos (meus)os proprietários do Les Jazz decidiram incluí-lo em seu próximo cardápio.

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